Caro aluno, segue um arquivo que usei no doutorado.
http://www.4shared.com/file/252311775/1c40df6d/Projeto_que_foi_para_Gey_2008.html
Caro aluno, segue um arquivo que usei no doutorado.
http://www.4shared.com/file/252311775/1c40df6d/Projeto_que_foi_para_Gey_2008.html
Alunos, segue o arquivo com o tema Desejo.
http://www.4shared.com/file/250890071/6bf6c0bf/Artigo_Sociologia_das_Emoes_II.html
Alunos, segue um esboço de um trabalho com o tema “AS RELAÇÕES SÓCIO-ECONÔMICAS NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA ERA DIGITAL EM SALVADOR-BA”.
http://www.4shared.com/file/250872528/7caf385f/Projeto_2009_UNEB.html





Segue mais um arquivo do meu doutorado.
http://www.4shared.com/file/250863699/6fc6218e/Artigo_com_capa_MEDO_esboo.html
Alunos, segue mais um arquivo do meu doutorado.
http://www.4shared.com/file/250858155/5f2bc9fd/DIO_ARTIGO.html
Caros alunos, como a minha busca pelo conhecimento é inefável, continuo a estudar até o dia em que eu não possa mais fazê-lo. Segue um dos meus trabalhos do doutorado em Sociologia pela UFBA, disciplina As Emoções.
http://www.4shared.com/file/250855529/ecbf6310/TRAIO_-_doutorado.html
A Rosa Azul
Humberto de Campos
No mosteiro da Cartuxa no Bussaco, em Portugal, vivia, em séculos que já se foram, um piedoso e santo monge, cuja vida se consumia, inteira, entre a oração e as rosas. Jardineiro da alma e das flores, passava ele as manhãs de joelhos, no silencio da nave, aos pés de um Cristo Crucificado, e as tardes, no pequeno jardim da Ordem, curvando diante das roseiras, que ele próprio plantava e regava.
A sua paciência de jardineiro era absorvida, entretanto, por uma idéia, que era um sonho; encontrar a rosa azul das lendas do Oriente, de que tivera notícia, uma noite, ao ler os poemas latinos dos velhos monges medievais. Para isso, casava ele as sementes, juntava os brotos, fundia os enxertos, combinando as terras, com que as cobria, e as águas, com que as regava, esperando, ansioso, o aparecimento, no topo da haste, do sonhado botão azul. Ao fim de setenta anos de experiência e sonhos, em que se misturavam na imaginação as chagas vermelhas de Cristo e as manchas celestes de sua rosa encantada, surgiu, afinal, no coroamento de um galho de roseira, um botão azul, como o céu. Centenário e curvado, o velhinho não resistiu à emoção; adoeceu, e, conduzido à cela, ajoelhou-se diante do Crucificado, pedindo-lhe, entre soluços pungentes, que, como prêmio à santidade de sua vida, não lhe cerrasse os olhos sem que eles vissem, contentes, o desabrochar de sua rosa azul.
Uma nova pausa, e o meu companheiro tornou:
- Em volta do santo velhinho, no catre do mosteiro, todos choravam com pungidos. E foi, então, que, divulgada de boca em oca, foi a notícia ter a um convento das proximidades, onde jazia, orando e sonhando, uma linda infanta de Portugal. Moça e formosa, e, além de formosa e moça fidalga e portuguesa, compreendeu a pequena freira, no jardim de seu sonho, o valor daquela ilusão, e correu à sua cela, consumindo toda uma noite a fazer, com os seus dedos de neve, uma viçosa flor de seda azul, que perfumou, ela própria, com essência de gerânio. E no dia seguinte, pela manhã, morria o monge no seu catre, sorrindo entre lágrimas de alegria, por ter nas mãos trêmulas, por um milagre do céu, a sua rosa azul!
“A Serpente de Bronze”
Caro aluno, na linha 54 do parágrafo 3º, capítulo 32 há um equívoco quando se diz que no parnasianismo brasileiro não houve nacionalismo. Temos como exemplo Olavo Bilac que, apesar de parnasianista, fugiu a regra prestando “homenagens” a Pátria compondo hinos e sendo o patrono do serviço militar obrigatório.
Segue o arquivo corrigido:
http://www.4shared.com/file/249499221/46fd2a28/ESCOLAS_LITERRIAS_1_.html
A Morte do Jangadeiro
Ao sopro do terral, abrindo a vela,
Na esteira azul das águas arrastada,
Segue veloz a intrépida jangada,
Entre os uivos do mar que se encapela.
Prudente o jangadeiro se acastela
Contra os mil incidentes da jornada;
Fazem-lhe, entanto, guerra encarniçada,
O vento, a chuva, os raios, a procela
Súbito, um raio o proposta e, furioso,
Da jangada o despeja n’água escura;
E em brancos véus de espuma o desditoso
Envolve e traga a onda intumescida,
Dando-lhe assim, mortalha e sepultura
O mesmo mar que o pão lhe dera em vida.
Caro aluno, segue um texto explicativo sobre as escolas literárias mais abordadas.
http://www.4shared.com/file/249491752/53ca0751/ESCOLAS_LITERRIAS.html
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